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Proibição do canudinho de plástico é uma conquista ambiental
Publicado em 7/4/2019

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Para a Loga – Logística Ambiental de São Paulo, companhia responsável pela coleta e destinação de resíduos sólidos e de saúde na Região Noroeste da capital, lei que proíbe canudinho de plástico é uma conquista importante.

A sanção, pelo prefeito Bruno Covas, no dia 25 de junho, da lei que proíbe canudinhos de plásticos na cidade de São Paulo, que entra em vigor daqui a 180 dias, é um avanço significativo no sentido de reduzir a deposição no meio ambiente de uma substância poluidora. Para a Loga, contudo, a medida deve ser ampliada, passando a incluir copos, pratos e talheres de plástico.

Além disso, também será importante a sanção de projeto de lei aprovado no último dia 13 na Assembleia Legislativa, proibindo os canudinhos de plástico em todo o Estado de São Paulo. O governo paulista tem prazo de 12 meses para regulamentar a lei. 

Segundo Francisco de Andrea Vianna, responsável pelo Planejamento e Controle Operacional da Loga – Logística Ambiental de São Paulo, “É essencial, além das leis, conscientizar a população de que, hoje, já existem opções menos agressivas ao meio ambiente, como canudos de papel”. Ele explica que utensílios de plástico, como canudinhos, copos, pratos, garfos e facas, têm vida útil de 15 minutos, tempo estimado para o consumo de líquidos e alimentos, mas sua decomposição na natureza pode demorar até 500 anos

Canudos feitos de plástico, assim como sacolas, têm em sua composição o poliestireno, elemento químico que influencia diretamente no agravamento do aquecimento global, pois a emissão do gás carbônico (CO2) polui ecossistemas e colabora para o risco de vida de animais em extinção. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, existem, hoje, cerca de 150 milhões de toneladas métricas de plásticos nos oceanos. Nesse ritmo, é possível que até 2050 haja mais plástico do que peixes nos mares.

“Outro risco da utilização desse material é que, como a decomposição é muito demorada, o plástico pode diminuir a vida útil dos aterros sanitários”, explica Francisco.O descarte irregular de materiais ocupa um espaço desnecessário no aterro. Por isso, é tão importante quanto contribuir para a coleta seletiva e fazer a destinação correta dos resíduos.

Pela lei paulistana, no lugar do plástico, o comércio poderá fornecer canudos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável. Haverá multa a partir da segunda autuação, em caso de descumprimento, com valor de mil reais. Em caso de reincidências, a punição pode chegar a R$ 8 mil e até o fechamento administrativo do estabelecimento. Com a sanção da lei neste dia 25 de junho, São Paulo soma-se a Salvador , Fortaleza , Rio de Janeiro, Camboriú (SC), Ilhabela (SP), Santos (SP), Rio Grande (RS) e todo o Estado do Rio Grande do Norte, onde já são proibidos os canudinhos e outros plásticos descartáveis. 


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