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Saiba como a tecnologia é utilizada na coleta de resíduos
Publicado em 10/18/2019

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Coleta-se 1,7 milhão de toneladas anuais, abrangendo 25 mil vias, totalizando 1,6 milhão de domicílios atendidos na cidade de São Paulo

 

Neste mês, a Loga – Logística Ambiental de São Paulo comemora 15 anos de atuação. Seu trabalho é determinante para garantir mais qualidade de vida e bem-estar a cerca de sete milhões de pessoas, na maior cidade da América Latina. A empresa realiza a coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos domiciliares e dos serviços de saúde gerados em 13 subprefeituras do município de São Paulo, abrangendo 25 mil vias, totalizando 1,6 milhão de domicílios atendidos. 

A trajetória da organização é marcada pela inovação de processos, equipamentos e gestão, fazendo da tecnologia uma grande aliada. “Desenvolvemos um sistema de mapeamento pelo qual sabemos a característica de cada rua em que a coleta é realizada, para que nossas equipes tenham ciência do que poderão encontrar nas vias – fluxo de trânsito, trechos íngremes ou não e tipos de pavimento. Fomos os primeiros a implementar esse controle. Além disso, durante todos esses anos, buscamos sempre as melhores referências em tecnologia no mundo, atentos a equipamentos inovadores, como a Central Mecanizada de Triagem e a Central de Tratamento de Resíduos de Saúde Marcus Silva Araujo, ambas pioneiras na América Latina”, destaca Valnei Nunes, presidente da Loga.  

São mais de dois mil colaboradores, operando 24h por dia, sete dias por semana, em 770 bairros da Região Noroeste da cidade de São Paulo. Por ano, a Loga coleta 1,7 milhão de toneladas de resíduos e se tornou uma referência no setor, atuando, também, para preservar o meio ambiente, mitigando, por meio da reciclagem, a destinação de resíduos ao aterro. “Tudo na Loga ocupa uma dimensão gigantesca. Estamos falando de um sistema de operação e logística complexo, pensado em cada detalhe para atender a maior cidade da América Latina. Além de toda essa tecnologia envolvida, nossos colaboradores são altamente treinados para executar suas funções com qualidade. Sem dúvida, eles são o nosso maior patrimônio”, ressalta Edson Stek, diretor de operações da Loga. 

Quando o assunto é segurança, a Loga oferece capacitações que integram informação, tecnologia e equipamentos de ponta, buscando sempre a qualidade de vida de seus colaboradores. “São realizados, constantemente, treinamentos e campanhas por equipes especializadas para reforçar a importância do trabalho dentro dos padrões de segurança e a utilização correta dos EPIs. Sempre vamos além das nossas metas para promover a segurança dos nossos colaboradores”, comenta Valnei.

 

Tecnologia que desenha uma história

Além da tecnologia empregada no cotidiano da coleta – todos os caminhões têm sensores de ré, de presença, com retrovisores especiais e câmbio automático –  a inovação faz parte da trajetória da empresa. Um exemplo disso é a Estação de Transbordo Ponte Pequena. O local está em operação desde 5 de março de 2012 e comporta mais de 6 mil toneladas de resíduos por dia. 

“Ela é essencial para a logística da coleta na cidade, pois funciona como um ponto de transferência limpa entre o resíduo coletado e o aterro sanitário, diminuindo o número de caminhões nas vias e permitindo o retorno imediato para a coleta. Os resultados são menor impacto no trânsito, economia dos recursos naturais e de tempo, entre outras vantagens”, comenta Edson.

A instalação conta com tratamento do ar – sequência de filtros, em um ciclo de 10 renovações por hora –  isolamento acústico, pressão negativa, controle de odores e efluentes líquidos. “A revitalização foi nosso primeiro marco, pois os resíduos não ficam mais expostos ao meio ambiente como antigamente. A adoção de cobertura em telhas termoacústicas minimiza a emissão de ruído para o ambiente externo. O edifício fechado colocou fim à exposição de resíduos, que traz benefícios visuais e valorização da região, representando uma melhora significativa na qualidade de vida dos moradores do entorno”, ressalta Valnei. 


Central Mecanizada de Triagem Ponte Pequena

Pioneira na América Latina, a Central Mecanizada de Triagem inaugurada em 2014 recebeu um investimento de cerca de U$ 7 milhões. Está localizada no mesmo complexo da Estação de Transbordo Ponte Pequena. Tem capacidade para reciclar até 250 toneladas de materiais por dia (papel, papelão, longa vida, garrafa pet, plástico, vidro, ferro, alumínio) e utiliza tecnologia alemã para isso, em um processo mecanizado e automatizado de separadores óticos. Também há etapas manuais, que são realizadas por membros de cooperativas geridas pela Prefeitura de São Paulo. 

Ao final do processo, os materiais saem enfardados e prontos para a comercialização. “Nossa função é fazer a gestão do equipamento, realizar o controle de qualidade e garantir a operação da planta.  Atualmente operamos com 50% da capacidade e a nossa meta é aumentar, a cada ano, essa operação, na medida em que ampliamos a coleta seletiva na cidade de São Paulo”, destaca Valnei. 

 

Central de Tratamento de Resíduos de Saúde

Maior central de tratamento de serviços de Saúde da América Latina. Inaugurada em 2017, a central figura entre as mais modernas do mundo. A unidade é responsável por receber e tratar os resíduos provenientes de pequenos e grandes geradores de saúde, contemplando atualmente cerca de 17 mil estabelecimentos da região noroeste de São Paulo.

Cerca de duas mil toneladas de resíduos são tratadas todo mês. A tecnologia usada – que utiliza autoclaves – resulta em altos níveis de esterilização microbiana, seguindo as normas de segurança recomendada pela legislação. Após a esterilização, o material é desconfigurado, triturado e levado ao aterro. “Sem dúvida, é um tratamento eficaz, realizado com confiabilidade. A inovação também está presente em nossa coleta de resíduos de saúde, na qual utilizamos tecnologia diferenciada, por meio de um aplicativo que, via QR Code, controla a logística com a instituição de saúde e o poder concedente”, comenta Edson.

 

Preocupação com o meio ambiente

Para além da tecnologia, o presidente da Loga ressalta que a tendência no futuro é que se recicle cada vez mais. “É preciso cuidar do meio ambiente, poupar recursos e repassar para as crianças e jovens esses conceitos. Trabalhar ativamente na conscientização dos 5 Rs ‘repensar, reduzir, recusar, reutilizar e reciclar’.  A tecnologia não atuará sozinha pelos recursos naturais. Por isso,  precisamos mudar hábitos e entender a importância de cada um de nós nesse processo, inclusive, na diminuição de geração de resíduos”, finaliza Valnei.


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