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Aprenda fazer uma composteira doméstica!
Publicado em 6/24/2020

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Você sabia que os restos de frutas, legumes e verduras que vão para o lixo, diariamente, podem se transformar em um ótimo adubo para plantas e hortaliças? Isso mesmo. O seu reaproveitamento, além de manter a vitalidade de hortas e jardins, ajuda na redução de rejeitos orgânicos que seriam destinados aos aterros sanitários. Como? A resposta é simples e pode ser feita em casa: uma composteira doméstica.

Trata-se de um processo que transforma resíduos de alimentos em adubos líquido (biofertilizante) e sólido (húmus), que podem ser utilizados na fertilização das plantas. A Loga (Logística Ambiental de São Paulo), concessionária responsável pela coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos domiciliares e de saúde na Região Noroeste da capital paulista, orienta como fazer uma composteira caseira de maneira prática e funcional.

FAZENDO A ESTRUTURA DA COMPOSTEIRA

A composteira pode ser feita em casa, mas alguns pontos requerem atenção. O primeiro passo é providenciar três baldes, de preferência de 15 quilos, com tampa. Aqueles  de manteiga ou margarina, podem ser utilizados, desde que sejam lavados adequadamente e seja retirado todo o resíduo de gordura, prejudicial à compostagem.

Além dos baldes, serão necessários: furadeira, brocas de 3mm e 5mm, broca serra copo, estilete, torneira de filtro d'água e um rastelo de mão. Tambémdevem ser separados para a compostagem, resíduos orgânicos, terra, folhagem e minhocas californianas (ideais para esse tipo de processo).

Após separar os itens necessários, o próximo passo é preparar os baldes, que devem estar limpos e secos. Utilizando furadeira e broca de 5mm, devem ser feitos furos no fundo de dois baldes, mantendo o último sem furar.  "As perfurações são importantes para o escoamento do biofertilizante e permite a passagem das minhocas entre os baldes, já que a decomposição dos resíduos depende delas", explica Érika Ravene, líder da equipe de Conscientização da Loga. 

Para possibilitar a entrada de oxigênio, será necessário perfurar as laterais desses baldes com broca de 3mm, contando cerca de 3cm abaixo da tampa, além de retirar o centro de duas tampas, com ajuda de um estilete, mantendo as laterais como se fossem uma moldura. As bordas servirão para apoiar os baldes na montagem da estrutura e o furo ao centro, para a passagem das minhocas.

A torneira de filtro deve ser colocada no balde que não será furado e servirá para facilitar a retirada do fertilizante líquido. Para isso, será necessário um furo utilizando a serra copo (do mesmo tamanho da torneira) na lateral do balde, aproximadamente 5cm acima da base e na mesma medida da circunferência da torneira.

Ao final, a composteira deve ser disposta em formato de torre, da seguinte maneira: na base, deve ser colocado o balde com torneira. Em seguida, uma das tampas que foi retirada o centro. Na sequência, balde com furos no fundo e laterais, seguidos da outra tampa em formato de moldura. O último balde deve ser disposto no topo, finalizando com a tampa que não foi mexida e que servirá para vedar o processo.  


MONTANDO A COMPOSTAGEM

Depois da estrutura pronta, é hora de preparar os itens necessários para a compostagem. Para a primeira adição de resíduos, será usado o balde que está no topo da composteira.

“A terra deve ser colocada no fundo do recipiente e, em seguida, adicionadas as minhocas, que ajudarão a decompor os alimentos. Depois desse processo é necessário adicionar os resíduos orgânicos, que devem ser cobertos com terra e folhagem. A composteira deve ser tampada. Se desejar, é possível adicionar novos compostos orgânicos diariamente”, explica, Érika, que dá mais algumas orientações para o manejo rotineiro da composteira.

Quando o recipiente estiver cheio, basta inverter a posição dos baldes – a embalagem onde está a compostagem ficará no meio da torre, enquanto aquela que estiver vazia irá para o topo, para que novos orgânicos sejam adicionados.

As minhocas são colocadas apenas uma vez, já que podem circular livremente pela composteira e conseguir se alimentar. Além disso, é importante mexer os compostos semanalmente, para ajudar nesse processo.

A líder da equipe de conscientização da Loga explica ainda que alimentos como frutas, legumes e verduras (cascas ou inteiros), saquinho de chá, borra e filtro de café, casca de ovos, cacho de uva, grãos e sementes, aderem melhor ao processo de decomposição e são adequados para uso na composteira. Frutas cítricas e alimentos cozidos não são recomendados, pois no processo podem liberar mau odor. Já alimentos como restos de carnes, papeis, temperos (alho, cebola e pimenta), fezes de animais, todo tipo de gordura, leite, iogurte, caldo, feijão e limão devem ser excluídos da compostagem.   

 

RETIRANDO OS ADUBOS

Quando o processo estiver completo, o que leva em torno de dois meses meses, o fertilizante líquido pode ser extraído através da torneira disposta na base da composteira. Para que o líquido possa ser borrifado nas plantas, Érika Ravene, da Loga, recomenda que o composto seja diluído na proporção de uma medida de biofertilizante para dez de água, já que o líquido é bastante concentrado.

O adubo sólido estará pronto para ser utilizado nas plantas quando a mistura apresentar poucos vestígios de resíduos orgânicos e coloração escura Para realizar a separação do húmus, a orientação de Érika é colocar as embalagens em exposição direta ao sol. Minhocas são sensíveis à luz solar e com isso vão se esconder no fundo do balde, facilitando a retirada do composto


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